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Preço do Cacau Hoje: Cotação Atualizada, Gráfico e Tabela Completa do Mercado em 2026

O mercado do cacau continua sendo um dos mais acompanhados por produtores, investidores e empresas do setor agrícola. Em 2026, os preços seguem em forte movimentação após períodos históricos de alta e quedas acentuadas causadas por fatores climáticos, oferta mundial e mudanças no consumo. Nesta atualização, vamos analisar o preço do cacau hoje, entender os motivos das oscilações, conferir uma tabela com valores por estados e visualizar a evolução do mercado por meio de gráfico.

Segundo dados recentes, o contrato internacional do cacau em Nova York opera próximo de US$ 3.900 por tonelada, mantendo alta no curto prazo, embora ainda esteja muito abaixo dos picos registrados em 2024 e 2025.

Além disso, produtores brasileiros acompanham diariamente as cotações locais em estados como Bahia, Pará e Espírito Santo.

Cotação do Cacau Hoje no Brasil

Os números mais recentes do mercado brasileiro mostram os seguintes valores:

Estado

Unidade

Preço Atual

Variação

Bahia

Arroba (@)

R$ 210,00

-4,55%

Espírito Santo

Saca

R$ 840,00

-4,55%

Pará

Kg

R$ 13,80

-6,12%

Dados atualizados mostram queda recente nos preços internos do cacau, refletindo movimentos internacionais do mercado.

Gráfico: Evolução recente do preço do cacau

Preço internacional do cacau (US$/ton)12.000 ┤                    ●11.000 ┤                  ●10.000 ┤                ● 9.000 ┤             ● 8.000 ┤ 7.000 ┤ 6.000 ┤ 5.000 ┤        ● 4.000 ┤   ●                         ● 3.000 ┤_______________________________        2022  2023  2024  2025  2026

O gráfico mostra a explosão histórica do preço do cacau durante a crise mundial de oferta e a posterior correção em 2026. Dados recentes indicam que a commodity chegou a máximas superiores a US$ 12 mil por tonelada antes de sofrer forte retração.

Por que o preço do cacau caiu?

Muitos produtores estão se perguntando por que os preços diminuíram após um período de forte valorização. Diversos fatores explicam essa movimentação.

Recuperação da oferta mundial

A produção em países africanos começou a apresentar sinais de recuperação. Costa do Marfim e Gana concentram grande parte da produção global, e melhores condições climáticas reduziram a pressão nos preços.

Menor demanda industrial

As indústrias reduziram a moagem do cacau em vários mercados. O custo elevado dos anos anteriores levou empresas a reformular produtos e diminuir o consumo da matéria-prima.

Aumento de estoques

Relatórios internacionais apontaram aumento de estoques em mercados produtores, o que ajudou a pressionar os preços para baixo.

Como foi a evolução do cacau nos últimos anos?

A trajetória recente do cacau impressionou até especialistas.

Em 2022, a commodity operava em níveis relativamente estáveis entre US$ 2.500 e US$ 3.000 por tonelada.

Já em 2024 ocorreu uma disparada histórica. Problemas climáticos severos, especialmente o fenômeno El Niño, afetaram plantações africanas e reduziram drasticamente a oferta global.

Com menor disponibilidade do produto, os preços dispararam.

No auge da crise, contratos internacionais ultrapassaram US$ 12 mil por tonelada — um dos maiores patamares já registrados.

Durante 2026, porém, o mercado iniciou uma correção.

Hoje, embora o valor ainda seja elevado comparado aos padrões históricos, a commodity caiu mais de 60% em relação aos recordes recentes.

Situação dos produtores brasileiros

No Brasil, os impactos variam conforme a região.

A Bahia continua sendo uma das maiores referências do país. Municípios produtores acompanham as cotações diariamente porque pequenas alterações influenciam diretamente a renda do agricultor.

No Pará, produtores demonstraram preocupação com quedas rápidas nos preços após meses de valorização intensa. Há discussões sobre medidas para proteção do setor e competitividade nacional.

Enquanto isso, o Espírito Santo acompanha movimentos semelhantes.

A volatilidade virou uma das principais características do mercado atual.

O chocolate vai ficar mais barato?

Essa é uma dúvida comum.

Mesmo com a queda do cacau, especialistas explicam que o consumidor pode não sentir redução imediata nos preços do chocolate.

Isso ocorre porque outros custos também influenciam:

  • Transporte

  • Embalagens

  • Dólar

  • Energia

  • Leite

  • Açúcar

  • Logística refrigerada

O preço do cacau é apenas uma parte da composição final do produto.

Expectativas para os próximos meses

Analistas acreditam que o mercado ainda continuará bastante instável.

Existem fatores que podem provocar novas altas:

  • Problemas climáticos;

  • redução de safra;

  • aumento do consumo;

  • variações cambiais;

  • exportações menores.

Ao mesmo tempo, boas colheitas podem manter os preços sob pressão.

As projeções apontam negociações próximas da faixa entre US$ 3.300 e US$ 4.000 nos próximos períodos, caso o cenário atual continue.


O preço do cacau hoje segue em um momento de reorganização após anos de extrema volatilidade. Depois de atingir recordes históricos, a commodity passou por uma correção significativa, impactando produtores e mercados ao redor do mundo.

Para quem acompanha o setor agrícola, monitorar as cotações diariamente tornou-se essencial. O mercado continua sensível a clima, produção e demanda internacional.

A recomendação para produtores e investidores é acompanhar atualizações constantes, já que o cenário pode mudar rapidamente.

 
 
 

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